domingo, 11 de dezembro de 2011

Curso de Formação para Professores


Inscrições abertas para o curso de Formação Continuada de Professores em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis


            O Curso a distância em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil – UAB, é oferecido gratuitamente pelo Ministério da Educação-MEC, através da Secretaria de Educação Especial - SEESP, e desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS, sob a coordenação do Núcleo de Informática na Educação Especial – NIEE e o Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação CINTED.
              O curso visa formar professores de escolas públicas na perspectiva da Educação Inclusiva, com abrangência nacional, auxiliando-os no uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação Acessíveis e na construção de ações pedagógicas para o atendimento educacional especializado (AEE), com o objetivo de apoiar processos de aprendizagem e desenvolvimento de alunos com necessidades educacionais especiais (NEEs), nas respectivas unidades de ensino.
          O curso terá duração de 180 horas apoiado pelos recursos e ferramentas do ambiente EAD do curso - espaços de interação e comunicação, materiais de apoio teórico e técnico-metodológico, recursos de software, videoconferência e vídeos. A organização curricular envolve seis módulos estruturados em forma de disciplinas, compreendendo a apropriação de conhecimentos sobre a diversidade humana, a Informática acessível com seus recursos de Tecnologia Assitiva, recursos de acessibilidade à Internet e a Web , recursos de software multimídia e objetos de aprendizagem acessíveis e Plano de Ação Pedagógica.
              Quem estiver interessado em fazer o curso poderá acessar o link abaixo:

http://www.cinted.ufrgs.br/niee/FormacaoContinuada_V2/

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sanduiche da Maricota





O Sanduíche da Maricota
A galinha Maricota preparou um sanduíche: pão, milho, quirera e ovo.
Mas quando ia comer, a campainha tocou.
Era o bode Serafim, que olhou o sanduíche e exclamou:
- Vixe! Falta aí um capim.
Aí chegou o Kim, o gato, cumprimentou a galinha, e vendo o sanduíche, palpitou:
- Falta a sardinha.
João, o cão, veio com o seu jeito de bom moço.
E educado, sugeriu:
- Coloquem nele um bom osso.
Sempre zumbindo e agitada, chegou a abelha Isabel.
Olhou o esquisito recheio:
-Melhora se puser mel.
Da janela, ouvindo o papo, muito metido a bacana, falou, convencido o macaco:
- Claro que falta banana!
-Banana? Sardinha? Mel?
Era o rato Aleixo.
-Milho? Osso? Capim? Argh!!!
- Vocês esqueceram o queijo!
A brincadeira acabou quando a raposa Celina olhou bem para a Maricota e falou:
- Falta galinha!
Maricota ficou brava:
- Fora daqui minha gente!
Jogou fora o sanduíche e começou novamente; Pão, milho, quirera e ovo. Como era pra ter sido.
- Quem quiser que faça o seu com recheio preferido.


(Do livro: O Sanduíche da Maricota de Avelino Guedes/ Editora Moderna)

LeTroca

Fazenda Rived

domingo, 27 de novembro de 2011

A escola pode ser um espaço de inovação, de experimentação saudável de novos caminhos. Não precisamos romper com tudo, mas implementar mudanças e supervisioná-las com equilíbrio e maturidade. (José M. Moran)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Acreditar e desafiar...

     Privar o aluno com deficiência dos desafios...assim não dá.
 O desafio é um recurso usado em qualquer boa proposta de ensino. E não há porque não aproveitá-lo com alunos que tenham necessidades educacionais especiais (NEE). Como ocorre com todas as crianças, esse procedimento ajuda promover a aprendizagem. Quem tem na sala de aula um estudante com algum tipo de deficiência geralmente conhece suas limitações, mas não tem claro o que, de fato, ele é capaz de fazer. Como descobrir isso? Flexibilizando as atividades e propondo atividades desafiadoras. Elaborando as aulas e pensando em como ele pode participar delas, sem tratá-lo como café com leite. Adapte as propostas para que ele seja protagonista e resolva-as individualmente ou em dupla. A flexibilização pode se dar em diferentes dimenões: tempo, espaço, recursos ou conteúdos. Diferencie os meios para garantir os mesmos direitos e deveres para todos. Observe os avanços de cada estudante e adapte em seu planejamento. Lembre-se de que, independentemente de ter ou não uma deficiência ou necessidade especial, um aluno nunca é igual ao outro. Sempre existe espaço para novos desafios.
Fonte: Heloisa Ramos, Nova Escola.